sexta-feira, 21 de março de 2008

Ao ritmo de “1 por dia”...

Aproxima-se o equinócio de Primavera, e estes acontecimentos mortais sucedem-se numa cadência insólita:

Paul Scofield (©Associated Press)


Paul Scofield
(21 de Janeiro de 1922 – 19 de Março de 2008)


Filho da prodigiosa escola dramática inglesa, muitas vezes comparado ao gigante Laurence Olivier, notabilizou-se sobretudo no teatro, colaborando em menos de três dezenas de obras de longa-metragem cinematográfica.
O seu ponto alto na 7.ª Arte deu-se em 1966 interpetando o papel do humanista Sir Thomas More em Um Homem para a Eternidade (A Man for All Seasons), realizado pelo austro-americano Fred Zinnemann (1907-1997), que lhe valeu o Óscar para Melhor Actor em 1967, derrotando nomes como Alan Arkin (em Vêm Aí os Russos de Norman Jewison), Richard Burton (em Quem tem medo de Virginia Woolf? de Mike Nichols), Michael Caine (em Alfie de Lewis Gilbert) e Steve McQueen (em Yang-Tsé em Chamas de Robert Wise).

2 comentários:

Ente lectual disse...

só o conheço do Homem para a eternidade, e não é pouco; um belo filme com uma pungente interpretação.

Luís Galego disse...

Vi-o em teatro numa peça de Ibsen, em Londres, e de facto há homens que nasceram para ser muito grandes.