Ao longo dos últimos dias postei aqui algumas das razões que me levaram a que desta vez exerça o meu direito de voto e cumpra o meu dever cívico. Poderei resumi-las numa asserção incluída num texto escrito por Maria Velho da Costa e publicado no blogue Sim no Referendo:
«A defesa da vida, a qualquer preço, pode ser a defesa da morte.»
Foi isso mesmo que quis professar nos textos anteriormente publicados. Voto “Sim” porque perante duas soluções mutuamente exclusivas – e é apenas isso que está em causa no referendo do próximo domingo – terei de optar por aquela que menorize as eventuais sequelas que contribuirão para o agravamento da miséria humana.
Não é um simples opção científica entre a “vida” e a “morte” de um embrião humano, mas a escolha do caminho da felicidade, porque uma existência desprovida desse dom é a própria negação da vida, um martírio, uma degradação da condição humana.
Nota: ver o que escrevi sobre a matéria no tópico I.V.G. (Aborto)
«A defesa da vida, a qualquer preço, pode ser a defesa da morte.»
Foi isso mesmo que quis professar nos textos anteriormente publicados. Voto “Sim” porque perante duas soluções mutuamente exclusivas – e é apenas isso que está em causa no referendo do próximo domingo – terei de optar por aquela que menorize as eventuais sequelas que contribuirão para o agravamento da miséria humana.
Não é um simples opção científica entre a “vida” e a “morte” de um embrião humano, mas a escolha do caminho da felicidade, porque uma existência desprovida desse dom é a própria negação da vida, um martírio, uma degradação da condição humana.
Nota: ver o que escrevi sobre a matéria no tópico I.V.G. (Aborto)
Arrivista, chineludo, fato-de-treinista militante. Adora chopingues aos domingos e de altas transgressões testosterónico-suicidárias na estrada. Detém a marcha, com uma pressão brusca do pé direito no pedal do meio, quando enxerga um acidente, de preferência com estropiados e miolos de fora. Usufrui de telemóvel topo de gama – a prestações em regime de usura creditícia – e adorna-o com uma estrídula polifonia noveleira. Frequentador de borlas à laia feijoadística, idolatra vipes dengosos, chungosos e borlistas de enésima categoria. Treslê jornais escandaleiros e atém-se, com zelo, dos prognósticos astrológicos e da secção de cartas ao consultório sexual – sentei-me na retrete, será que estou grávida? É assim…emprenha pelos ouvidos e lê no Verão MRP®. Comprou ou fotocopiou de um comparsa o livro Eu, Carolina ufanamente convencido da sua gigantesca superioridade literária em relação a Eu, Cláudio de Graves porque detesta a coreografia gesticular efeminada do Cláudio Ramos. É um sórdido não confessional e emprenha pelos ouvidos… já disse?