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terça-feira, 8 de maio de 2007

E pronto...


…aconteceu o que se previa depois da final antecipada dos quartos-de-final entre Ronnie O’Sullivan e John Higgins, o vencedor do encontro seria, certamente, o campeão do mundo de snooker em 2007, facto que se confirmou com a eliminação de Shaun Murphy nas meias-finais.

John Higgins 18-13 Mark Selby.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

The Rocket

Irrita-me esta displicência do melhor dos melhores, mas, porventura, é essa imperfeição de não dedicação exclusiva à modalidade que me leva, por vezes, a endeusá-lo.
Ronnie O’Sullivan prepara-se para perder, e de forma copiosa, o jogo dos quartos-de-final do Mundial de Snooker frente ao escocês John Higgins.
Higgins é bom, é excepcional, todavia o desprovimento de imperfeições de pendor suicida aborrece-me.
O’Sullivan é capaz do melhor e do pior. Embolsa bolas perfeitamente inacreditáveis, falha tacadas longas com bolas directas para o buraco e, ainda por cima, como diz o maradona, põe-se a jeito com defesas paupérrimas.
Depois de na primeira ronda aniquilar o desgraçado do chinês Junhui – que The Rocket já havia posto a chorar
na final do Masters em Janeiro deste ano – com um expressivo 10-2 – à melhor de 19 partidas –, calhou-lhe em sorte o (naturalmente) oxigenado e arrogante australiano – a nova coqueluche, segundo dizem e eu não reitero – Neil Robertson. O’Sullivan depressa chegou às 9 partidas vencidas em 13 necessárias, para depois deixar aproximar o arrogante imberbe.
Mais logo, The Rocket deixará, decerto, o Crucible Theatre… devem esperá-lo umas partidas de pool – o nosso comum jogo de bilhar – nos Estados Unidos…