«Ainda hoje não sei o que penso da literatura, não tenho opinião formada. Creio que serve o seu propósito de maneira diferente para pessoas diferentes. No meu caso, a literatura foi sempre um bálsamo, um plano de fuga, presente nas alturas de maior necessidade. Em última análise, seria ainda um instrumento para veicular a verdade, se nos encontrássemos perante a necessidade de o fazer e possuíssemos o talento necessário.»
João Tordo, As Três Vidas, pág. 244.
[Matosinhos: QuidNovi, 1.ª edição, Setembro de 2008, 304 pp.]
Um exercício de verdade: a fuga… maldita e cara fuga.