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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Oportuno, no dia que hoje corre…


Adapte-se o contexto.
[Shhhh... no more words / Hear only the voice within. (Jalal ad-Din Rumi, 1207-1273).]

«É uma contradição […] Que cada dia e cada noite e o mundo se dividam naqueles que fazem escutas e torturam e aqueles que se calam e continuam calados.»
Herta Müller, Já então a raposa era o caçador, pág. 128
[Alfragide: Dom Quixote, 1.ª edição, Setembro de 2012, 239 pp; tradução de Aires Graça; obra original: Der Fuchs war damals schon der Jäger, 1992.]

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Nobel da Literatura 2009


Herta Müller
(Niţchidorf, Roménia em 17 de Agosto de 1953 – actualmente, cidadã alemã)
«…quem, com a consistência da sua poesia e a franqueza da sua prosa, retrata o panorama dos desapossados.» palavras das Academia Sueca [tradução: AMC]
Müller foi uma das mais activas vozes na literatura mundial que combateu feroz e frontalmente o regime despótico e torcionário do líder comunista da Roménia (entre 1967 e 1989) Nicolae Ceausescu e a sua impiedosa guarda pretoriana, a Securitate. Fugiu para Alemanha Federal em 1987. Actualmente, vive em Berlim.

Por enquanto, a autora alemã dispõe de 2 obras publicadas em Portugal (por ordem cronológica): O homem é um grande faisão sobre a terra (Cotovia, 1993; obra original: Der Mensch ist ein grosser Fasan auf der Welt, 1986); e A terra das ameixas verdes (Difel, 1999; obra original: Herztier, 1994).

Nota: para mais informações consultar a página oficial do Prémio Nobel da Literatura e, entre outros, este artigo do jornal Público.