«Glenn Gould said, "Isolation is the indispensable component of human happiness."» [Contraponto] «How close to the self can we get without losing everything?»
Don DeLillo, “Counterpoint”, Brick, 2004.
Esgotadas todas as possibilidades de poder assistir a mais
filmes estreados em salas de cinema portuguesas até ao fim de 2011, manifestei
aqui que dos 46 filmes (número muitíssimo abaixo da média dos últimos anos, que
nem sequer perfaz a de 1 filme por semana), 21 foram considerados como bons ou
muito bons, e em alguns casos como obras-primas.
Programada para publicação no dia de Natal de 2011 desde a
passada sexta-feira (dia 23), eis a listagem completa dos 21 filmes que, na
minha mui pessoal e inalienável opinião, e por um conjunto de razões facilmente
descritíveis e de emoções na maioria das vezes inexplicáveis, mais encheram as
minhas medidas de cinéfilo (este ano pouco praticante, como se depreende pelos números). Filmes organizados por
ordem alfabética do título em português):
Um Ano Mais, de Mike Leigh (Another Year, 2010);
A Árvore da Vida, de Terrence Malick (The Tree of Life, 2011);
O Atalho, de Kelly Reichardt (Meek’s Cutoff, 2010);
Carlos, de Olivier Assayas (2010);
Cisne Negro, de Darren Aronofsky (Black Swan, 2010);
Essential Killing – Matar para Viver, de Jerzy Skolimowski (Essential
Killing, 2010);
Filme Socialismo, de Jean-Luc Godard (Film Socialisme, 2010);
Kaboom – Alucinação, de Gregg Araki (Kaboom, 2010);
Meia-Noite em Paris, de Woody Allen (Midnight in Paris, 2011);
Melancolia, de Lars von Trier (Melancholia, 2011);
Um Método Perigoso, de David Cronenberg (A Dangerous Method,
2011);
A Minha Versão do Amor, de Richard J. Lewis (Barney’s Version,
2010);
O Miúdo da Bicicleta, de Jean-Pierre & Luc Dardenne (Le
gamin au vélo, 2011);
Num Mundo Melhor, de Susanne Bier (Hævnen, 2010);
A Pele Onde Eu Vivo, de Pedro Almodóvar (La piel que habito,
2011);
Sangue do Meu Sangue, de João Canijo (2011);
Uma Separação, de Asghar Farhadi (Jodaeiye Nader az Simin, 2011);
Somewhere – Algures, de Sofia Coppola (Somewhere, 2010);
Super 8, de J.J. Abrams (2011);
A Toupeira, de Tomas Alfredson (Tinker Tailor Soldier Spy, 2011);
Tulpan, de Sergei Dvortsevoy (2008).
Publicação dos “10 Melhores Filmes de 2011” para breve.
Deixo-vos, em jeito de presente, com uma das melhores canções de Natal de sempre. Escrita por Shane MacGowan e Jem Finer, composta pelos saudosos e dilectíssimos The Pogues e cantada num dueto perfeito e sublime por MacGowan e a desafortunada Kirsty MacColl– morta aos 41 anos, uma semana antes do Natal do ano 2000, num estranhíssimo acidente com uma lancha rápida conduzida por um daqueles todo-poderosos magnatas mexicanos («They’ve got cars big as bars / They’ve got rivers of gold»)ao largo da lindíssima Ilha de Cozumel enquanto Kirsty com a sua família fazia mergulho (escusado será dizer que o multimilionário saiu praticamente impune, um homicídio por amendoins em pesos).
É com uma estranha melancolia que ouço esta canção, num época que por definição deveria exaltar ou fazer emergir tudo o que de positivo existe em nós; este negrume não me abandona e o nó na garganta adensa-se a cada ano que passa, e vou alvitrando justificações para uma mente inquieta: talvez porque no deste ano se celebra o 10.º aniversário do último que passei, no coração da bela e sinuosa Montmartre, junto de uma das pessoas mais importantes da minha vida.
Perdoem-me o pathos.
Desejo-vos um Feliz Natal, independentemente do credo professado, mas apenas com o simbolismo e o espírito da quadra.
Eis the bumShane, que entre the old slut Kirsty:
It was Christmas Eve babe
In the drunk tank
An old man said to me, won’t see another one
And then he sang a song
The Rare Old Mountain Dew
I turned my face away
And dreamed about you
Got on a lucky one
Came in eighteen to one
I’ve got a feeling
This year’s for me and you
So happy Christmas
I love you baby
I can see a better time
When all our dreams come true
They’ve got cars big as bars
They’ve got rivers of gold
But the wind goes right through you
It’s no place for the old
When you first took my hand
On a cold Christmas Eve
You promised me
Broadway was waiting for me
You were handsome
You were pretty
Queen of New York City
When the band finished playing
They howled out for more
Sinatra was swinging,
All the drunks they were singing
We kissed on a corner
Then danced through the night
The boys of the NYPD choir
Were singing “GalwayBay”
And the bells were ringing out
For Christmas day
You’re a bum
You’re a punk
You’re an old slut on junk
Lying there almost dead on a drip in that bed
You scumbag, you maggot
You cheap lousy faggot
Happy Christmas your arse
I pray God it’s our last
I could have been someone
Well so could anyone
You took my dreams from me
When I first found you
I kept them with me babe
I put them with my own
Can’t make it all alone
I’ve built my dreams around you
“Fairytale of New York”
(MacGowan & Finer; The Pogues) The Pogues, If I Should Fall from Grace with God (1988, WEA)
Com a sessão dupla de ontem, terminei o visionamento dos filmes estreados nas salas de cinema portuguesas durante o ano de 2011.
Num ano em que tive muito poucas oportunidades de me deslocar a uma sala cinema e em que o fenómeno Medeia continua a condicionar as possibilidades de uma maior abrangência cinematográfica, uma primeira e rápida análise revelou que dos cerca de 274 filmes* estreados (não inclui aqueles que desfilaram em festivais de cinema, até porque aqui por cima – o Norte, como les gusta– há apenas um a sério e a vontade de o liquidar pelo centralismo voraz e seus sequazes aumenta a cada ano que passa – outrora o mais importante festival de cinema realizado em Portugal e com maiores repercussões na indústria cinematográfica internacional, agora ultrapassado pelo de Sitges) foram:
Vistos: 46 filmes
Apreciados: 21 filmes (entre estes, 8 foram produzidos nos Estados Unidos);
Abominados: 13 filmes (desta cifra medonha e anatemática, 9 foram produzidos pela indústria cinematográfica norte-americana).
Indiferentes: os restantes 12 filmes, ou neutros/inócuos, de alguns até já me havia esquecido de que os tinha realmente visto (tive de ler algumas sinopses para confirmar, já que o título permanecia num esconso diasloureiriano da minha memória), e adianto que neste grupo se encontra o incensado, idolatrado, náuseo-osculado Habemus Papam – Temos Papa (2011), da estrela (para mim cadente, tal como a que fica na ponta da foice) da esquerda intelectual europeia Nanni Moretti – ai que saudades de Palombella Rossa (1989) ou de Querido Diário (Caro Diario, 1993), entre outros.
Seguir-se-á o habitual processo de selecção em três fases: semifinalistas (21 filmes – este ano esta lista é mais curta dadas a vicissitudes relatadas acima); finalistas (17); vencedores (Top 10, organizados por ordem de preferência).
Nota: *Inclui os filmes estreados a 30 de Dezembro de 2010. Os a estrear no próximo dia 29, por razões de operacionalidade festiva e porque a eles não me foi dada a benesse do acesso antecipado, integrarão as listagens do próximo ano.
Encerra-se a primeira etapa deste blogue no que respeita à minha listomania que recidiva com uma virulência inusitada no final de cada ano. Desde o dia da Imaculada Conceição, os meus gostos musicais, substanciados nos vídeos que por aqui desfilaram, foram gerados com a mácula de não ter tempo, por um lado, e de me ir faltando a paciência necessária para as artes musicais do que se produz actualmente na vertente contemporaneamente apelidada de “Pop/Rock”. Daí que houvesse afirmado que a minha veia pubertária ainda se manifeste nas minhas assaz particulares escolhas/preferências – e sem dar grande margem à influência opinativa externa – nos álbuns de música editados em 2011.
Como mencionei em 2010, muitos (centenas) que me poderiam tocar ficaram por ouvir, a que não é alheia a (minha) nossa decadência física – vamos perdendo indelevelmente a audição e as cambiantes de um produto que se faz apenas ouvir perde terreno frente à ebulição do que é visual, qual imberbe perante a iridescência feérica da imagem.
Resumindo e indo directamente ao assunto sem mais floreados, neste jogos florais que são um vício confessado deste que vos escreve, entre o muito pouco que pude escutar de um modo decente, houve 10 álbuns editados originalmente em 2011 que se destacaram dos demais, e outros (poucos, em 2011) que se revelaram uma decepção, por vezes dolorosa, já que admiráramos de uma forma visceral, a raiar o fundamentalismo melómano, os seus intérpretes como deuses, mas que, como cupidos de Brueghel, se deixaram cair nas garras do grotesco; traduzindo: quando “parar” lhes significará decerto “morte” e jamais soará como “empobrecimento” ou “fatal decadência”.
Sem mais, eis a lista de Os Melhores Álbuns Musicais de 2011 (ordem de preferência):
– The Horrors, Skying (XL)
– Iceage, New Brigade (What’s Your Rupture)
– Bill Callahan, Apocalypse (Drag City)
– St. Vincent, Strange Mercy (4AD)
– Thurston Moore, Demolished Thoughts (Matador)
– Radiohead, The King of Limbs (XL)
– Arctic Monkeys, Suck It and See (Domino)
– John Maus, We Must Become the Pitiless Censors of Ourselves (Upset the Rhythm)
– The Strokes, Angles (RCA)
– Bon Iver, Bon Iver (4AD)
De entre várias decepções (pouco ouvidas – e uma vez mais, devido ao grau de pachorra decrescente ante a causa auditiva), destaco apenas três (poderia incluir o 2.º álbum dos nova-iorquinos The Drums, Portamento, mas falta-lhes ainda tempo para a consolidação do estilo), apenas porque a ferida aberta cominada pelo horror estético ainda permanece aberta – nada que um bom antibiótico não ataque findo este período de profunda desilusão.
Decepções Musicais de 2011 (por ordem alfabética do nome do intérprete musical):
Panda Bear, Tomboy (Paw Tracks)
Peter Murphy, Ninth (Nettwerk)
Tv on the Radio, Nine Types of Light (Interscope)
Não refiro este ano uma banda sonora de um filme, pois não me recordo de alguma que, sendo original, uma compilação ou uma mistura de ambas, me tenha tocado a veia sensível.
Porém, não poderia deixar de dedicar um último parágrafo listómano para referir um álbum cuja tranquilidade de eminência country de uma banda do Oregon, EUA me induziu, e em particular, o seu “January Hymn”. Assim, em jeito de “Menção Honrosa”, que poderia ter entrado no “Top 10”, não fosse o meu vergonhoso conhecimento superficial do folclore musicado norte-americano e o declarado desconhecimento do trabalho anterior da banda (ignorância exposta):
The Decemberists, The King is Dead(Rough Trade)
PS – Para 30 ou 31 de Dezembro as listas dos “Melhores Livros de 2011” (editados em Portugal), nas categorias ficção e não-ficção. Entre 23 e 26 de Dezembro serão publicadas as listas dos “10+”, “10-” e menções honrosas no texto dedicado aos “Melhores Filmes de 2011” (estreados em salas de cinema portuguesas).
PPS – Fica aqui mais um vídeo de uma das faixas do álbum vencedor deste ano. A prodigiosa e revivalista “I Can See through You”:
Depois do 6.º aniversário desta coisa e, não vindo a talho
de foice – a questão é mesmo uma ceifa apocalíptica sanjoanina evangelista, com
direito a trombetas e a juízo (o muito que escasseia, não só por aqui…) Onde
ia? Ah! E por haver falado nesse dia festivo num greasy cocky, ligando-o ao
momento presente em que me debato por rememorar os poucos filmes que passaram
pelos meus olhos (por comparação com anos anteriores) estreados em Portugal durante
o ano em causa, emergiu a cockiest moda fílmica do ano que se apelida
(enrolando línguas) Apichatpong Weerasethakul e o seu tacky-pictureO Tio
Boonmee que se Lembra das Suas Vidas Anteriores, escolhido por aquela coisa
chamada Tim Burton que encabeçava um grupo que premiou Javier Bardem pela sua
interpretação no horrendo Biutiful (look at the pun, there) e que incluía, inter alia, o canastrão Benicio, a presumivelmente
douta Beckinsale, o requisitado Desplat (qualquer dia musica até a Casa dos
Segredos), a menina “Meio-Dia” (que, conceda-se, tem uma interpretação soberba
no fabuloso Vincere de Bellocchio), ou o recalcitrante indiano isabelino.
E uns tempos depois, vendo-o no grande ecrã, reflecti sobre
a origem da náusea e concordei com os poucos que ousaram profanar a transmigração
das almas de escolha burtoniana, como já mencionei aqui naquele dia fatídico, e
reproduzo um par de frases que me fez rir de satisfação:
«Uncle Boonmee
believes his encroaching kidney failure is karmic retribution for having killed
“too many commies,” as well as “lots of bugs.” The viewer is free to calculate
how many domestic-terrorist insects he may have palled around with.» (TheBoston Phoenix)
Hã? Fustigação ou zurzidela? Não me preocupa, até porque
hoje, à hora de publicação deste texto, passeio-me certamente, findos os
afazeres, pela Galleria Vittorio Emanuele II, percorrendo lentamente o trilho
urbano entre o Teatro alla Scala e il Duomo.
In bocca al lupo a tutti giovani e spavaldi cinefili, e dai giudizi
affrettati degli altri!
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
Seis anos a aturar-me na blogosfera. Pela cadência de publicação de textos e pela decadência dos assuntos profusamente enfeitados de figuras, gráficos e vídeos, o 1.º ano do 1.º Ciclo atirou-me, sem me perguntar, para o 2.º patamar… do básico. E, na óptica, basicamente, do blogueiro (obrigado ao Rui Santos e ao Brylcream que amansam os seus caracóis neuronais tumultuosos– o nosso B.Boy, perfectly
set for the day!) daqui não sairei tão cedo.
Obrigado aos meus 12 seguidores e aos outros 12 que, na óptica do paradigma do internauta distraído, basicamente caem aqui por acaso.
PS – por falar num greasy cocky mf, apeteceu-me de imediato falar de um filme, cuja exteriorização do meu estado de alma por si estimulado
poderá ou não surgir neste espaço – até porque já está escrito –, e que tem
funcionado como bandeira da jactância pequeno-burguesa dos que se impingem no
grupo restrito da cinefilia lusa. Básico (como o rudimentar espúrio, que me
levou aos adjectivos seguintes): cocky & tacky, numa espécie de panlinguismo zurzidor. A ver vamos.
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
E a cada ano que passa há sempre pelo menos uma fantasia fúchsia,
glamorosa púrpura garrida, deste calibre. Um filme inenarrável que uma pesada turba
(de dedo sensível) incensa e a indústria segue – até Cannes se rendeu ao fogo-de-artifício
danês, que se assemelha (e muito) à penosa e descoroçoante rendição da imprensa estrangeira acreditada em Hollywood, quando, em Dezembro do ano passado, num
impulso arrebatador desferiu um golpe na 7.ª arte ao benzer, com três nomeações,
o refugo fílmico O Turista (The Tourist, 2010) do promissor realizador
germânico Florian Henckel von Donnersmarck.
Muito virtuosismo arraialesco dedicado pelo realizador
dinamarquês ao produto final: com um argumento abaixo de sofrível; uma
interpretação mil vezes repetida por Gosling (o pseudo-estóico, o passivo-insensível
que chama a si todos os males para salvar o mundo, quase uma figura hierática,
mono-expressiva e uma mescla de canastrão-redentor, condenado ao papel do novo
messias); uma Carey Muligan desgraçadinha e lacrimejante para quem já não há
pachorra. Então o restante elenco… é de uma boçalidade e histrionia gritantes, tendo
como epítomes Albert Brooks e Ron Perlman– Penitenziagite!
Drive – Risco Duplo (Drive, 2011) não é do pior que se fez
no ano, mas seguramente é um dos filmes visualmente mais desonestos da
temporada, e aí ter-se-á de tirar o chapéu a Refn, tal é o engodo que oculta a
massa consistente com flashes de tuning, bem ao jeito dos amantes do oleoso
Overhaulin’ e do mentor Chip Foose, que escapa ao mais incauto “estrelador”
precoce.
Termino, manifestando a minha concordância completa com a avaliação do Luís Miguel Oliveira. Este péssimo produto nas mãos de um Mann talvez valesse para o
gasto do bilhete e a reparação dos danos estéticos. E digo mais, até um Bryan
Singer provavelmente o faria melhor. E é pena porque o realizador (agora com 41
anos), Nicolas Winding Refn, até teve um começo auspicioso no circuito
internacional com o subavaliado Fear X de 2003, cujo excelente argumento foi
compartilhado com o excêntrico e corrosivo Hubert Selby Jr., pouco tempo antes
de morrer. Porém, (o auspicioso é pessoal e em nada irónico) Refn tinha apenas
32 anos e o filme valeu-lhe o dissabor da falência – porventura foi daí que
veio a grande mossa que o conduziu pela sinuosidade festivaleira das piores
colinas de Hollywood. É meter-lhe um chip de potência.
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
John Maus – We Must Become the Pitiless Censors of Ourselves (Upset the Rhythm)
Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).
Apesar do induzido estado de adormecimento blogueiro durante o ano de 2011,
motivado, por um lado, pelo esmorecer do encanto de dizer ao mundo aquilo que
perpassa por esta mente em tumulto perene e, com maior
acuidade, pelos trabalhos acrescidos pouco rentáveis a que fui sujeito, não
poderia terminar o 6.º ano de actividade deste blogue (próximo dia 17) sem revelar as minhas listas de
preferências sobre as três áreas artísticas mais presentes na torrente
desordenada de textos que o constitui e que já se aproxima do milhar e meio. Assim, sem grande novidade ao que aqui ocorreu no anterior (excepto na sua ordenação),
passarei a postar diariamente as minhas predilecções musicais (como se irá ver, ainda com alguma irreverência pubertária nas veias), por ordem
aleatória, apenas revelando a listagem final organizada por ordem de preferência, o meu
“Top 10” de álbuns originalmente editados à escala mundial durante 2011, no final do mês
(dia ainda indefinido) – os dez vídeos estão a partir de hoje programados para
surgir neste blogue à mesma hora numa base diária. Na secção “Cinema” (filmes exibidos pela primeira vez em
sala de cinema em Portugal), e dadas a estreias que ainda irão ocorrer até ao
final do ano (onde se excluem os que estrearão a 29 de Dezembro – serão
incluídos na lista de 2012, se por cá andar – e incluem os estreados a 30 de
Dezembro do ano passado, tal como foi prometido), o “Top 10”
será revelado em vésperas natalícias – embora creia que as estreias que se
avizinham em pouco ou nada contribuirão para alterar a opinião já formada. Nos “Livros” editados em Portugal durante 2011, e como sempre tem
ocorrido, as novidades não serão grandes, porquanto ao longo do ano aqueles que
vou lendo vão sendo ordenados por prazer literário na coluna do lado direito
deste blogue – apenas se espera a introdução de mais um ou dois exemplares cujo
processo de leitura se encontra em curso e em velocidade de cruzeiro.
Publicação final do “Top 10”
prevista para 30 ou 31 de Dezembro.