«Glenn Gould said, "Isolation is the indispensable component of human happiness."» [Contraponto] «How close to the self can we get without losing everything?»
Don DeLillo, “Counterpoint”, Brick, 2004.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Medula
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
manuel a. domingos
sábado, 6 de novembro de 2010
Um Passo
sábado, 5 de julho de 2008
Mapa de manuel a. domingos [pub]
Desde os cafés da Guarda, nos anos adolescentes, onde tudo era ainda possível, até a um certo desencanto com o mundo, manuel a. domingos constrói uma poética feita de pequenos detalhes comuns à vida e à poesia, tentando descobrir modos de acreditar em mapas que nos soam tão estrangeiros.
Livrododia Editores (para mais informações).
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
O meu Bukowski

Nota histórica: 9 de Março de 1994, segunda-feira negra na Casa do Douro ou crash no mercado do vinho do porto. Quase catorze anos volvidos, o Paiz Vinhateiro duriense arrasta-se penosamente como um moribundo, sem solução à vista. Volta, Hank!
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Divulgação
Eu queria encontrar aqui ainda a terraEm Novembro estreia a nova peça do Projéc~, desta vez numa produção do TMG para a Câmara Municipal da Guarda e o Centro de Estudos Ibéricos. O quinto trabalho da estrutura de produção teatral do TMG intitula-se Eu queria encontrar aqui ainda a terra, e tem por base o texto de António Godinho e manuel a. domingos sobre os universos de Vergílio Ferreira e Eduardo Lourenço.
Revista NadaA Nada edita o 10.º volume da sua colecção.
O Preço mantém-se nos 9 euros e continua à venda nas livrarias habituais (ou através do mail@nada.com.pt).
A NADA já se encontra à venda e em várias livrarias de São Paulo.
domingo, 6 de maio de 2007
Arte graciosa
Porque a blogosfera é um lugar de liberdades, apesar de todos os seus deturpadores, propugnadores da exclusividade opinativa, defensores do feudo difusor da sua preclara intelectualidade, há exemplos de brilho e de entrega despretensiosa na divulgação das artes através da simples exibição do próprio processo criativo e do engenho inventivo, não apenas consubstanciados no produto final.
É um exemplo de entrega sem os habituais propósitos que se costumam reunir na génese de um negócio; e mesmo que por vezes nessas acções criadoras consigamos divisar um intento propagandista do autor, tal facto, creio eu, não é suficiente para uma execração motivada pelo nosso tão subjectivo e volátil juízo sobre a intromissão do puro e selvagem mercantilismo no território da arte.
Será que a blogosfera é um lugar tão puro, que os arrivistas nela não encontrem conforto para a disseminação da sua mediocridade endémica? Claro que não.
Em suma, e agora, para algo completamente diferente [Chapman, Cleese, Gilliam, Idle, Jones & Palin vs. Araújo Pereira, Dores, Góis & Quintela], um momento Marcelo Rebelo de Sousa:
Se os há? Há.
Que são condenáveis? São.
Se os deveríamos abolir liminarmente criando um manancial de preceitos abstractos e potencialmente herméticos ou de interpretação duvidosa para regulação da liberdade de expressão na blogosfera? Nunca!
Bom, essa não é a questão essencial…
Serve o presente texto para dar a conhecer o excepcional trabalho que estes filhos da blogosfera lusa têm vindo a desenvolver nos seus respectivos blogues:
- O manuel a. domingos criou um blogue exclusivamente dedicado ao beatnik não assumido, poeta e prosador norte-americano de excepção, Charles Bukowski (1920-1994), chamado O amor é um cão do Inferno, onde o Manuel tem vindo a traduzir, de forma brilhante, alguns poemas do intrépido autor;
- O Fernando M. Dinis, no seu blogue Fico Até Tarde Neste Mundo, tem vindo a publicar poemas de sua autoria – aliás, como já vinha a fazer desde que encetou a sua actividade blogueira –, acompanhados de música que ele próprio compôs.
Querem melhor exemplo de arte graciosa!


