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sábado, 5 de janeiro de 2013

Medula

O nosso conhecido, mui estimado e bukowskiano blogger, Manuel A. Domingos, lançou-se num projecto editorial denominado Medula, prometendo novidades para breve.

Para ir acompanhando.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

manuel a. domingos

Teorias
tiragem única de 100 exemplares
composição, paginação e ilustração de Sérgio Nogueira
Edição de Autor
2011



sábado, 6 de novembro de 2010

Um Passo

Por muito lixo traduzido que continue a proliferar pelos escaparates das livrarias portuguesas, é inegável, sem necessidade de recorrer a métodos econométricos para confirmar a hipótese, que o mercado editorial português tem melhorado significativamente no que se refere à publicação de títulos de autores estrangeiros há muito consagrados na literatura universal. Não associo, contudo, este fenómeno de melhoria à concentração de inúmeras editoras em grandes grupos económicos – aliás, seguir por esse caminho, como justificativa, poderia redundar na mais acerba das minhas críticas em forma de texto, apresentando alguns exemplos de casas editoriais, outrora respeitadas, que de momento pouco produzem e que, ao invés de expandir a sua carteira de obras literárias, têm deixado cair ao nível extremo da indigência os direitos de publicação que possuem dos seus mais eminentes autores e limitam-se a republicar, com um restyling, as obras que já, por vezes há décadas, dispunham no seus stocks livreiros.
Por diversas vezes salientei aqui o fantástico trabalho da neófita Ahab, do trabalho da Quetzal em trazer as obras de ficção nunca antes publicadas no nosso país de figuras de topo da literatura mundial, do exercício da liberdade editorial como política de excelência da Antígona, mas há mais. Já temos neste país imediatista, e citando apenas alguns nomes que agora vêem a luz do dia em português de Portugal: Bukowski, Pynchon, Fante, Gaddis, Denis Johnson ou Cheever. Foram editadas algumas (ainda não todas) das obras mais marcantes de Hamsun, DeLillo, Bellow ou Updike. Faltam muitos outros, mas porventura não convém ralhar nesta casa de pobre (talvez não consiga evitar) – as migalhas já são substanciais, estão, por isso, em vias de mudar de denotação.
O pouco do muito que falta – «não está traduzido em português. Este artigo é uma ternurenta forma de pressão (de que estão à espera, miseráveis?)», Rui Catalão na Ípsilon referindo-se à não edição em Portugal do glorificado segundo e último romance (completo) escrito pelo tristemente desaparecido David Foster Wallace – já poderá ser objecto de comemoração, mas sem excessos para que não prolifere a tradução asinina, traidora e mesmo até assassina da arte literária, potenciados pela pressa da corrida ao escaparate. E não é só DFW, autores como Norman Rush, Malamud, Vollmann, Matthiessen ou Barthelme continuam sem ver a luz do dia na literata Lusitânia, e o que dizer então de Henry James, Thomas Hardy, de Willa Cather ou de George Eliot?
Bom, mas uma excelente notícia surgiu esta semana, materializada no livro publicado pela Ulisseia que é representado pela imagem que adorna este texto. Mais um magnífico pequeno passo que vai engrandecendo aos poucos a nossa parca bibliografia em português de obras consagradas de autores estrangeiros – com a tradução a cargo de um bukowskiano indefectível que muito aprecio e que atesta a qualidade do trabalho realizado: Manuel A. Domingos.

sábado, 5 de julho de 2008

Mapa de manuel a. domingos [pub]


(carregar na imagem para a ampliar)


Desde os cafés da Guarda, nos anos adolescentes, onde tudo era ainda possível, até a um certo desencanto com o mundo, manuel a. domingos constrói uma poética feita de pequenos detalhes comuns à vida e à poesia, tentando descobrir modos de acreditar em mapas que nos soam tão estrangeiros.


Livrododia Editores (para mais informações).

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O meu Bukowski


Charles Bukowski (1920-1994) tocando... harpa.

Já se encontra no Meia-Noite Todo o Dia a minha contribuição para a excelente iniciativa bukowskiana do manuel a. domingos.

Nota histórica: 9 de Março de 1994, segunda-feira negra na Casa do Douro ou crash no mercado do vinho do porto. Quase catorze anos volvidos, o Paiz Vinhateiro duriense arrasta-se penosamente como um moribundo, sem solução à vista. Volta, Hank!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Divulgação

Eu queria encontrar aqui ainda a terra

Em Novembro estreia a nova peça do Projéc~, desta vez numa produção do
TMG para a Câmara Municipal da Guarda e o Centro de Estudos Ibéricos. O quinto trabalho da estrutura de produção teatral do TMG intitula-se Eu queria encontrar aqui ainda a terra, e tem por base o texto de António Godinho e manuel a. domingos sobre os universos de Vergílio Ferreira e Eduardo Lourenço.
A peça, para maiores de 12 anos e com encenação, dramaturgia, cenografia e figurinos de Luciano Amarelo, estreia a 28 de Novembro no TMG, ficando em cena no Pequeno Auditório até dia 30 de Novembro.


(carregar na imagem para ampliar)



Revista Nada

A Nada edita o 10.º volume da sua colecção.
O Preço mantém-se nos 9 euros e continua à venda nas livrarias habituais (ou através do mail@nada.com.pt).
A NADA já se encontra à venda e em várias livrarias de São Paulo.
O próximo volume sairá em Março de 2008.

Para mais informações consultar o
sítio da revista.


(carregar na imagem para ampliar)

domingo, 6 de maio de 2007

Arte graciosa

Porque a blogosfera é um lugar de liberdades, apesar de todos os seus deturpadores, propugnadores da exclusividade opinativa, defensores do feudo difusor da sua preclara intelectualidade, há exemplos de brilho e de entrega despretensiosa na divulgação das artes através da simples exibição do próprio processo criativo e do engenho inventivo, não apenas consubstanciados no produto final.
É um exemplo de entrega sem os habituais propósitos que se costumam reunir na génese de um negócio; e mesmo que por vezes nessas acções criadoras consigamos divisar um intento propagandista do autor, tal facto, creio eu, não é suficiente para uma execração motivada pelo nosso tão subjectivo e volátil juízo sobre a intromissão do puro e selvagem mercantilismo no território da arte.

Será que a blogosfera é um lugar tão puro, que os arrivistas nela não encontrem conforto para a disseminação da sua mediocridade endémica? Claro que não.

Em suma, e agora, para algo completamente diferente [Chapman, Cleese, Gilliam, Idle, Jones & Palin vs. Araújo Pereira, Dores, Góis & Quintela], um momento Marcelo Rebelo de Sousa:
Se os há? Há.
Que são condenáveis? São.
Se os deveríamos abolir liminarmente criando um manancial de preceitos abstractos e potencialmente herméticos ou de interpretação duvidosa para regulação da liberdade de expressão na blogosfera? Nunca!

Bom, essa não é a questão essencial…
Serve o presente texto para dar a conhecer o excepcional trabalho que estes filhos da blogosfera lusa têm vindo a desenvolver nos seus respectivos blogues:

  • O manuel a. domingos criou um blogue exclusivamente dedicado ao beatnik não assumido, poeta e prosador norte-americano de excepção, Charles Bukowski (1920-1994), chamado O amor é um cão do Inferno, onde o Manuel tem vindo a traduzir, de forma brilhante, alguns poemas do intrépido autor;
  • O Fernando M. Dinis, no seu blogue Fico Até Tarde Neste Mundo, tem vindo a publicar poemas de sua autoria – aliás, como já vinha a fazer desde que encetou a sua actividade blogueira –, acompanhados de música que ele próprio compôs.

Querem melhor exemplo de arte graciosa!