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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Karen O, Reznor & Atticus Ross

Um fincheriano confessa-se (tão ao jeito do jogador da bola – a personalidade evanescente pela transpiração fragrante, como que transmigrada para um terceiro não presente –, sempre com a cabeça levantada para encarar o próximo desafio): aguarda com expectativa pela chegada do dia 19, mesmo considerando que Fincher não deveria ter cedido à pressão de Scott Rudin para tomar as rédeas de uma história de Stieg Larsson exaurida pelos fãs e já filmada no seu país natal (e com relativo sucesso), mesmo com um novo guião de Steven Zaillian. Mas sobre isso, o autor deste pasquim já falou: ao homem de Denver tudo se perdoa.
Para já, uma pequena amostra do que aí vem, neste videoclip reminiscente (um bom fincheriano passa no teste da evocação da obra passada), com a voz da portentosa Karen O, numa adaptação de Trent Reznor e Atticus Ross da icónica “Immigrant Song”, escrita pelos Srs. Oficial e Comendador do Império Britânico, respectivamente Jimmy Page e Robert Plant, estreada em 1970 no álbum Led Zeppelin III.
Eis o vídeo (fullscreen, please):

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Música: Melhores Álbuns de 2011 – A Lista


Encerra-se a primeira etapa deste blogue no que respeita à minha listomania que recidiva com uma virulência inusitada no final de cada ano. Desde o dia da Imaculada Conceição, os meus gostos musicais, substanciados nos vídeos que por aqui desfilaram, foram gerados com a mácula de não ter tempo, por um lado, e de me ir faltando a paciência necessária para as artes musicais do que se produz actualmente na vertente contemporaneamente apelidada de “Pop/Rock”. Daí que houvesse afirmado que a minha veia pubertária ainda se manifeste nas minhas assaz particulares escolhas/preferências – e sem dar grande margem à influência opinativa externa – nos álbuns de música editados em 2011.
Como mencionei em 2010, muitos (centenas) que me poderiam tocar ficaram por ouvir, a que não é alheia a (minha) nossa decadência física – vamos perdendo indelevelmente a audição e as cambiantes de um produto que se faz apenas ouvir perde terreno frente à ebulição do que é visual, qual imberbe perante a iridescência feérica da imagem. 
Resumindo e indo directamente ao assunto sem mais floreados, neste jogos florais que são um vício confessado deste que vos escreve, entre o muito pouco que pude escutar de um modo decente, houve 10 álbuns editados originalmente em 2011 que se destacaram dos demais, e outros (poucos, em 2011) que se revelaram uma decepção, por vezes dolorosa, já que admiráramos de uma forma visceral, a raiar o fundamentalismo melómano, os seus intérpretes como deuses, mas que, como cupidos de Brueghel, se deixaram cair nas garras do grotesco; traduzindo: quando “parar” lhes significará decerto “morte” e jamais soará como “empobrecimento” ou “fatal decadência”.
Sem mais, eis a lista de Os Melhores Álbuns Musicais de 2011 (ordem de preferência):

  1. – The Horrors, Skying (XL)
  2. – Iceage, New Brigade (What’s Your Rupture)
  3. – Bill Callahan, Apocalypse (Drag City)
  4. – St. Vincent, Strange Mercy (4AD)
  5. – Thurston Moore, Demolished Thoughts (Matador)
  6. – Radiohead, The King of Limbs (XL)
  7. – Arctic Monkeys, Suck It and See (Domino)
  8. – John Maus, We Must Become the Pitiless Censors of Ourselves (Upset the Rhythm)
  9. – The Strokes, Angles (RCA)
  10. – Bon Iver, Bon Iver (4AD)
De entre várias decepções (pouco ouvidas – e uma vez mais, devido ao grau de pachorra decrescente ante a causa auditiva), destaco apenas três (poderia incluir o 2.º álbum dos nova-iorquinos The Drums, Portamento, mas falta-lhes ainda tempo para a consolidação do estilo), apenas porque a ferida aberta cominada pelo horror estético ainda permanece aberta – nada que um bom antibiótico não ataque findo este período de profunda desilusão.

Decepções Musicais de 2011 (por ordem alfabética do nome do intérprete musical):
  • Panda Bear, Tomboy (Paw Tracks)
  • Peter Murphy, Ninth (Nettwerk)
  • Tv on the Radio, Nine Types of Light (Interscope)
Não refiro este ano uma banda sonora de um filme, pois não me recordo de alguma que, sendo original, uma compilação ou uma mistura de ambas, me tenha tocado a veia sensível.
Porém, não poderia deixar de dedicar um último parágrafo listómano para referir um álbum cuja tranquilidade de eminência country de uma banda do Oregon, EUA me induziu, e em particular, o seu “January Hymn”. Assim, em jeito de “Menção Honrosa”, que poderia ter entrado no “Top 10”, não fosse o meu vergonhoso conhecimento superficial do folclore musicado norte-americano e o declarado desconhecimento do trabalho anterior da banda (ignorância exposta):
  • The Decemberists, The King is Dead (Rough Trade)
PS – Para 30 ou 31 de Dezembro as listas dos “Melhores Livros de 2011 (editados em Portugal), nas categorias ficção e não-ficção. Entre 23 e 26 de Dezembro serão publicadas as listas dos “10+”, “10-” e menções honrosas no texto dedicado aos “Melhores Filmes de 2011 (estreados em salas de cinema portuguesas).


PPS – Fica aqui mais um vídeo de uma das faixas do álbum vencedor deste ano. A prodigiosa e revivalista “I Can See through You”:

domingo, 18 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – A. Monkeys



"Don't Sit Down 'Cause I've Moved Your Chair"
Arctic Monkeys – Suck It and See 
(Domino)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – Bon Iver



"Holocene"
Bon Iver – Bon Iver 
(4AD)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – Horrors



"Still Life"
The Horrors – Skying 
(XL)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – St. Vincent



"Cruel"
St. Vincent – Strange Mercy 
(4AD)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – Radiohead



"Lotus Flower"
Radiohead – The King of Limbs 
(XL)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – Iceage



"White Rune"
Iceage – New Brigade 
(What's Your Rupture)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

domingo, 11 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – Strokes



"Under Cover of Darkness"
The Strokes – Angles 
(RCA)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

sábado, 10 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – Sonic Thurston



"Circulation"
Thurston Moore – Demolished Thoughts 
(Matador)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – Callahan



"Riding for the Feeling"
Bill Callahan – Apocalypse 
(Drag City)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Música: Os melhores álbuns de 2011 – J. Maus



"Believer"
John Maus – We Must Become the Pitiless Censors of Ourselves 
(Upset the Rhythm)

Nota: Todos os dias às 10 da manhã em ponto, revelação, por ordem aleatória, de um dos dez melhores álbuns musicais do ano (a lista definitiva do Top 10, organizada por ordem de preferência, será publicada num dos dias que se seguem à exibição do último dos dez álbuns).

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

As Listas de 2011


Apesar do induzido estado de adormecimento blogueiro durante o ano de 2011, motivado, por um lado, pelo esmorecer do encanto de dizer ao mundo aquilo que perpassa por esta mente em tumulto perene e, com maior acuidade, pelos trabalhos acrescidos pouco rentáveis a que fui sujeito, não poderia terminar o 6.º ano de actividade deste blogue (próximo dia 17) sem revelar as minhas listas de preferências sobre as três áreas artísticas mais presentes na torrente desordenada de textos que o constitui e que já se aproxima do milhar e meio.
Assim, sem grande novidade ao que aqui ocorreu no anterior (excepto na sua ordenação), passarei a postar diariamente as minhas predilecções musicais (como se irá ver, ainda com alguma irreverência pubertária nas veias), por ordem aleatória, apenas revelando a listagem final organizada por ordem de preferência, o meu “Top 10” de álbuns originalmente editados à escala mundial durante 2011, no final do mês (dia ainda indefinido) – os dez vídeos estão a partir de hoje programados para surgir neste blogue à mesma hora numa base diária.
Na secção “Cinema” (filmes exibidos pela primeira vez em sala de cinema em Portugal), e dadas a estreias que ainda irão ocorrer até ao final do ano (onde se excluem os que estrearão a 29 de Dezembro – serão incluídos na lista de 2012, se por cá andar – e incluem os estreados a 30 de Dezembro do ano passado, tal como foi prometido), o “Top 10” será revelado em vésperas natalícias – embora creia que as estreias que se avizinham em pouco ou nada contribuirão para alterar a opinião já formada.
Nos “Livros” editados em Portugal durante 2011, e como sempre tem ocorrido, as novidades não serão grandes, porquanto ao longo do ano aqueles que vou lendo vão sendo ordenados por prazer literário na coluna do lado direito deste blogue – apenas se espera a introdução de mais um ou dois exemplares cujo processo de leitura se encontra em curso e em velocidade de cruzeiro. Publicação final do “Top 10” prevista para 30 ou 31 de Dezembro.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

Uma punch line do atordoante Smog


«Estourei os micrómetros com os primeiros golpes que dei no saco de areia. Prendi-os com uma ligadura à volta das mãos antes de calçar as luvas e arremeti contra o saco até os dedos ficarem ensanguentados, desfeitos e em carne viva.
»O meu treinador está muito, muito impressionado. Quero dizer, não parece de todo impressionado. Cheguei a convencer-me de que descobriria o meu potencial. A semente. Da grandeza. Nem pensar.»
Bill Callahan, Letters to Emma Bowlcut (Chicago: Drag City, 2010) [excerto da “Carta 59”; tradução livre: AMC]

Persisti em esmurrar-vos nos gumes escabrosos da realidade; expostos, despidos no púlpito do desespero. Degradante exibicionismo. Sois miseráveis, afastados da ribalta pelos aduladores da podridão. Jamais saltareis para o ringue. Vós? Nunca… Nós? Em tempo algum. Até ao dia. Rebentarei. Eu.


Bill Callahan, “Riding for the Feeling”, Apocalypse (Drag City, 2011)

sábado, 28 de maio de 2011

Odisseia Malickiana

Não. Não vale a pena interpretar o que não se expôs para ser interpretado. Será a apreciação uma forma depurada da inevitável interpretação? Não me apetece ir por aí, nem tão-pouco entrar em considerações teosóficas sobre, se me é permitido, a mundividência transcendentalista de dois contrários:
«Father, Mother. Always you wrestle inside me. Always you will.»
Fiat lux. E após 90 minutos de projecção a sala estava a metade. Já nem nos importamos com o belo e com uma conjecturada harmonia, em nome da diversão imediata. É uma pena… que me tenham interrompido o delírio com a vossa indiferença. É só isso.
A alusão no momento crítico à 4.ª Sinfonia de Brahms… E o omnipresente, na nossas cabeças formatadas pelo marketing da coisa, 2.º Poema Sinfónico de A Minha Pátria de Bedrich Smetana, (o rio) “Moldava” (T 111, “Vltava”, 1874), são instantes de um todo… sublime?
Arrepio-me

[Sobre A Árvore da Vida (The Tree of Life, 2011), de Terrence Malick]

quarta-feira, 18 de maio de 2011

sábado, 1 de janeiro de 2011

Feliz Ano de 2011

A voz etérea da maravilhosa Kathleen Battle no único Concerto de Ano Novo dirigido pelo mestre Karajan (já bastante debilitado), dirigindo, claro, a Filarmónica de Viena.

Obra: Frühlingsstimmen (valsa “Vozes da Primavera”) op. 410 (1883)
Compositor: Johann Strauss, filho (1825-1899)
Maestro: Herbert von Karajan (1908-1989)
Orquestra: Filarmónica de Viena
Solista: Kathleen Battle (soprano) (n. 1948)
Data: 1 de Janeiro de 1987
Local: Wiener Musikverein

domingo, 26 de dezembro de 2010

Música: Melhores Álbuns de 2010 – recapitulação

Desde o passado dia 21, como foi visível para aqueles que me visitaram, foram sendo revelados, por ordem crescente de preferência, os álbuns de música editados em 2010 que mais me disseram durante um ano de audições. Muitos outros ficaram por ouvir, especialmente entre aqueles nomes que me são mais próximos, ou que já o foram, e muito, ao longo destas quase quatro décadas de existência. Todavia, acompanhando o fenómeno quase natural de irmos perdendo o fulgor da excitação que apúnhamos à arte musical e às suas novidades no idos anos dourados que coloriram a adolescência e os primeiros passos da idade adulta, há anos que os afazeres profissionais e os deveres domésticos se perfilam cada vez mais como o grande obstáculo para o consumo dos produtos musicais que vão surgindo em catadupa; eliminando mesmo do nosso vislumbre alguns, cujos intérpretes iniciaram por estes anos as suas carreiras na selva mundial da indústria discográfica.
Em suma, entre o muito pouco que pude ouvir, houve 10 álbuns editados originalmente em 2010 que se destacaram dos demais, e outros (ainda não mencionados) que se revelaram uma decepção, por vezes descoroçoante.
Eis, então, uma recapitulação da lista de Os Melhores Álbuns Musicais de 2010:
1.º – Avi Buffalo, Avi Buffalo (Sub Pop)
2.º – The National, High Violet (4AD)
3.º – Deerhunter, Halcyon Dreams (4AD)
4.º – Laurie Anderson, Homeland (Nonesuch)
5.º – LCD Soundsystem, This Is Happening (EMI)
6.º – The Fall, Our Future Your Clutter (Domino)
7.º – Vampire Weekend, Contra (XL)
8.º – The Walkmen, Lisbon (Bella Union)
9.º – Grinderman, Grinderman 2 (Mute)
10.º – The Drums, The Drums (Island)
Este, apesar das restrições acima relatadas, também foi o ano das decepções. Umas manifestaram-se com maior acuidade que outras, mas todas elas foram graves para a minha memória estético-musical dos seus intérpretes. Com destaque para o horripilante regresso dos Stone Temple Pilots e a rápida deterioração dos Arcade Fire, imagine-se, já ao seu 3.º álbum de originais…
Ei-las, as Decepções Musicais de 2010 (por ordem alfabética da banda musical – não há cantores a solo):
  • Arcade Fire, The Suburbs (Mercury)
  • Belle & Sebastian, Write About Love (Rough Trade)
  • Blonde Redhead, Penny Sparkle (4AD)
  • Interpol, Interpol (Soft Limit)
  • Kings of Leon, Come Around Sundown (RCA)
  • Stone Temple Pilots, Stone Temple Pilots (Atlantic)
Para terminar, não poderia deixar de mencionar a excelente banda sonora do meu 3.º filme de 2010: Shutter Island (Rhino). Apesar de não ser original, foi criteriosamente seleccionada pelo portentoso autor canadiano, judeu-índio de ascendência, Robbie Robertson, que inclui nomes como Mahler, Penderecki, Ligeti, John Adams, John Cage, ou Brian Eno, aventurando-se, inclusivamente, numa fusão etérea entre a maravilhosa e acolhedora voz de Dinah Washington com a sua canção de 1960 (três anos antes da sua morte por overdose de barbitúricos), composta por Clyde Otis, “This Bitter Earth”, com o excepcional trecho musical “On the Nature of Daylight” do compositor anglo-germânico Max Richter. Banda sonora que, na minha opinião, contribuiu e muito para a eternização do filme de Martin Scorsese (o futuro o dirá).
Para o ano há mais. E num texto a seguir perfilam-se (sem surpresas – cf. coluna do lado direito) os melhores livros editados em Portugal no ano de 2010.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Música: Os melhores álbuns de 2010 – 1.º

"What's in It For?"
Avi Buffalo  Avi Buffalo (Sub Pop)
(Com estes abro uma excepção – referência à regra de nenhum texto acrescentar aos álbuns aqui postados para o Top 10 deste ano –, apenas para afirmar, com convicção, que o conjunto de dez canções que compõe este álbum de estreia desta banda mista de pré-adultos de Long Beach, Califórnia, é absolutamente fenomenal – ouçam-no de fio a pavio e até à exaustão em modo “repeat”. Só me resta desejar que estes quatro, ao contrário de muitos outros com inícios fulgurantes, não se percam pelos labirintos escarpados da indústria musical norte-americana. Discordam? Paciência, blame the indie-pop...)
-- Fim da Listagem --