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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Problemas da Bicefalia

Verão
«Estação do ano que começa entre 20 e 21 de [J]unho, isto é, no solstício de [J]unho, no hemisfério [N]orte, quando o Sol, no seu movimento anual aparente, atinge o ponto solsticial de [J]unho, e acaba 93 dias e 15 horas depois quando o Sol atinge o ponto equinocial de [S]etembro, na sua declinação mínima de 0º.»

In Infopédia (em linha). Porto: Porto Editora, 2003-2013.

Segundo me ensinaram, 2.º trimestre (ano civil): período compreendido entre os dias 1 de Abril e 30 de Junho em cada ano.

Declarações de uma das cabeças do BE (Bicéfalos de Esquerda?) à Lusa, via Público:
«Em declarações aos jornalistas em Faro minutos após a divulgação dos números do desemprego para o segundo trimestre do ano, João Semedo afirmou que as “pequenas variações sazonais têm a ver com o período de Verão, [que é] um período em que há uma oferta maior de trabalho”.» [destaque meu]

O principal problema da cabeça dupla (ou doppelköpfiger, e não confundir com o fenómeno do doppelgänger, porquanto ainda não se manifestou na sua componente nemésica) é o da não-ubiquidade, ou melhor, da transubiquidade, seja com o pachorrento Semedo, seja com a esbugalhada (e giroscópica) Catarina, há sempre uma boca muito próxima de um microfone para débito picareto-intelectual (ou pioletintelectual); e a alta voltagem sináptica tem destas coisas: uma propensão para o encontro imediato para asneira do 3.º grau.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

10,2%


«7,1% de desempregados. 7,1%... é a maior taxa de desemprego desde que começou esta série cronológica das medições do desemprego em Portugal. Este número é bem a marca de uma governação falhada, de uma economia mal conduzida.»
José Sócrates, num comício socialista em 2005, dias antes da tragédia nacional de 20 de Fevereiro.

Pois é, senhor engenheiro dominical. Foi por isso que em 2005 deixei de ser um crente sem mácula. Votei com toda a convicção num partido de esquerda, cuja propaganda – ainda sem a marca goebbelsiana do argumentum ad nauseam que iria caracterizar um governo com poder absoluto, porém à deriva, durante os quatro anos que se seguiram – fez resvalar a ponta da esferográfica – talvez uma similar àquela que o senhor usou na tomada de posse deste seu XVIII – para o partido que desistiu da rosa e manteve o punho cerrado da arrogância, a ostentação coelhiana da virulência de quem convosco se mete.
Quo vadis?

Nota: regresso a estas lides após quase um mês de ausência forçada por compromissos e alguma falta de vontade de teorizar para meia dúzia (e estou a ser optimista) de pessoas que me visitam. Os e-mails irão sendo respondidos à medida que forem surgindo oportunidades para uma resposta minimamente assisada – que nada tem que ver com o novo líder franciscano dos que se autodecapitam.